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Diabetes e os cuidados a serem tomados pelos pacientes
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A importância da atenção imediata
Um paciente diabético nunca deve ignorar uma ferida — por menor que ela pareça. Isso porque a cicatrização em pessoas com diabetes costuma ser mais lenta, e o risco de infecção é muito maior. O controle da glicemia, que já é desafiador por si só, afeta diretamente a regeneração dos tecidos.

Além disso, a neuropatia diabética — alteração na sensibilidade — faz com que muitas lesões passem despercebidas, principalmente nos pés. E é justamente esse atraso no cuidado que pode desencadear uma sequência de complicações graves.
A diabetes tipo 1
A diabetes tipo 1 acontece quando o pâncreas não produz ou não absorve a quantidade suficiente de insulina, devido a destruição das células responsáveis por isso. Assim, a concentração da glicose vai para o sangue, ao invés de ser utilizada para gerar energia. De origem geralmente genética, a diabetes tipo 1 ocorre com mais frequência na infância ou adolescência, mas adultos também podem ser diagnosticados. Seus sintomas incluem fome, sede e grande vontade de urinar.
A diabetes tipo 2
Na diabetes tipo 2 o organismo não consegue utilizar adequadamente a insulina que produz, ou não consegue produzir a quantidade suficiente. Este tipo se manifesta mais frequentemente em adultos, pessoas acima do peso, sedentárias e fumantes. Pacientes com diabetes tipo 2 podem apresentar aumento da sede e da forme, perda de peso, fadiga, visão turva, feridas de difícil cicatrização e manchas escuras na pele.
A diabetes gestacional
Na diabetes gestacional se manifesta durante a gravidez ou depois do parto, já que nesse período o corpo passa por mudanças hormonais, reduzindo a ação da insulina. Mulheres que engravidaram acima do peso ou as que os bebês nasceram com mais de 5 kg correm maior risco de desenvolver a doença, que também pode ser passada para a criança. Por isso a importância do acompanhamento pré-natal durante a gravidez.
Paciente testando a glicose no sangue - Foto de Sweet Life via Unsplash
Cuidados com pacientes diabéticos
Embora os sintomas de diabetes surjam de forma relativamente lenta, com o passar do tempo, a diabetes mal controlada causa doenças nos nervos e nos vasos sanguíneos, que associados a ressecamento da pele predispõem ao aparecimento de rachaduras. Essas são porta de entrada para infecções, mais frequente nos pés, causando uma patologia específica conhecida por “pé diabético”.

Considerada a maior causa de amputações nesses pacientes, o pé diabético é caracterizado por lesões infectadas de difícil cicatrização, e podem evoluir de maneira devastadora, comprometendo a qualidade de vida do paciente.

Embora a diabetes em si não tenha cura, alguns cuidados podem evitar o aparecimento de complicações. É o que vemos a seguir!


•⁠ ⁠O mais importante é o controle dos níveis de glicemia com medicação, alimentação saudável e exercícios;
•⁠ ⁠Não fume;
•⁠ ⁠⁠Controle outras doenças com pressão alta e colesterol elevado;
•⁠ ⁠Mantenha a pele, especialmente dos pés, limpa e hidratada;
•⁠ ⁠Escolha sapatos especiais para diabéticos, que não machuquem seus pés;
•⁠ ⁠⁠O cuidado no momento de cortar as unhas dos pés é fundamental;
•⁠ ⁠Examine seu corpo regularmente para identificar precocemente feridas;
•⁠ ⁠Evite banhos muito quentes;
•⁠ ⁠Ao identificar feridas, procure assistência imediatamente;
•⁠ ⁠Seque-se bem após o banho;
•⁠ ⁠⁠Siga as orientações médicas.

Os diabéticos devem ter uma atenção muito especial com seus pés. E caso surjam pequenas feridas é fundamental procurar assistência médica rápido, para evitar complicações.

Dr. Juliano Arenzon

Os desdobramentos da diabetes

Em casos de feridas de difícil cicatrização, como o pé diabético, as nossas clínicas podem te ajudar!

Nosso tratamento com o auxílio da oxigenoterapia hiperbárica permite uma cicatrização mais rápida da ferida e ainda muitas vezes pode evitar amputações.
Na Hiperbárica, uma grande quantidade de oxigênio é inalado em um ambiente pressurizado permite que esse gás (O2), dentro do organismo, crie um microambiente capaz de combater infecções e a ativação das células responsáveis pela reparação tecidual, acelerando todos os processos de cicatrização.
Agora que você já sabe um pouco mais sobre a diabetes, comece o quanto antes a se cuidar! Foi indicado ao tratamento hiperbárico? Entre em contato conosco! Oferecemos aos nossos pacientes toda tranquilidade e segurança de uma terapia que promove bons resultados.

O que fazer ao perceber uma ferida?

Não ignore.

Esse é o principal conselho para quem tem diabetes e nota qualquer lesão, por menor que pareça.

Mesmo feridas indolores ou discretas podem esconder infecções subcutâneas ou iniciar processos inflamatórios perigosos. Ao menor sinal, o paciente deve procurar atendimento médico especializado. O diagnóstico precoce e a indicação da terapia adequada — que pode incluir a oxigenoterapia hiperbárica — fazem toda a diferença no desfecho.

Tratamento especializado nas unidades da Hiperbárica Centro de Recuperação Acelerada

Com presença em Erechim, Passo Fundo, Curitiba e Florianópolis, a Hiperbárica Centro de Recuperação Acelerada oferece estrutura completa para o atendimento de pacientes diabéticos com feridas de difícil cicatrização.

Nossas unidades contam com câmaras hiperbáricas modernas, equipes treinadas e protocolos de tratamento baseados nas melhores evidências clínicas. Trabalhamos em parceria com médicos, hospitais e profissionais de saúde para garantir o cuidado mais eficiente e seguro.

A medicina hiperbárica salva tecidos, evita amputações e melhora a qualidade de vida.

Cuidar rápido é cuidar melhor.

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